Mostrando postagens com marcador Brazil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brazil. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Maria Firmina dos Reis, a primeira escritora negra brasileira




Maria Firmina dos Reis é autora do romance Úrsula, considerado o primeiro livro abolicionista do Brasil, além de um dos primeiros livros escritos por uma mulher no país.

Maria Firmina dos Reis foi uma escritora humilde – não só em suas origens, mas também em relação ao seu talento. Não assinava seus livros e costumava escrever no prefácio apenas a frase: “pouco vale este romance, porque escrito por uma mulher, e mulher brasileira, de educação acanhada e sem o trato e conversação dos homens ilustrados”, dizia com uma sinceridade que chega a cortar a carne dos leitores, tanto do passado quanto do presente.
Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, no Maranhão, em 11 de março de 1822. Bastarda, foi registrada com o nome de outro homem no lugar de seu pai biológico. Do pouco que é conhecido sobre ela, sabe-se que era filha de uma mãe branca e de um pai negro – e provavelmente escravo. Em 1830 mudou-se com a família para São José de Guimarães, no qual viveu parte de sua vida com uma tia por parte de mãe com uma boa situação financeira, o que deu à ela a oportunidade da alfabetização e da cultura literária. Em 1847, Maria Firmina começou a exercer a profissão de professora primária, e deu aulas até 1881.
No entanto, no ano de 1859, Maria Firmina foi pioneira na literatura negra escrita por uma mulher no Brasil. Lançou o que foi mais tarde considerado o primeiro romance nacional, Úrsula, no qual o pano de fundo da história era a escravidão. Apesar do nacionalismo presente na época, a obra narrava com realismo o cotidiano de mulheres negras livres e escravas no país, o que chamou a atenção dos leitores. Por outro lado, o conteúdo do romance que contava a trajetória trágica do triângulo amoroso entre Úrsula, seu tio comendador e o jovem Tancredo, apresentando características presentes nos romances góticos.


Busto de Maria Firmina dos Reis, a homenagem foi inaugurada em 1975 em São Luís, no Maranhão.

Maria Firmina dizia que tinha certeza de seu lugar na sociedade. Criada em uma interseção entre a riqueza e a pobreza, a escritora afirmava que o fato de não ter estudado na Europa, nem dominar outros idiomas, características comuns entre os homens e mulheres bem educados na época, por si só já mostrava o lugar que ocupava na sociedade. Segundo Firmina, mesmo sabendo do “indiferentismo glacial de uns” e do “riso mofador de outros”, não se deixava intimidar: “ainda assim o dou a lume”, desafiava.
Em 1880, a autora teve uma iniciativa bastante à frente do seu tempo, e apesar da resistência que enfrentou da sociedade – principalmente por ser negra e mulher – fundou uma escola gratuita e mista, para meninos e meninas, sem separá-los pela cor da pele. A inauguração da escola foi um escândalo no povoado de Maçaricó, no Maranhão, o que culminou no fechamento da escola em menos de três anos.
A obra de Maria Firmina dos Reis atuou como um divisor de águas na literatura brasileira, como também na representatividade negra e feminina. Firmina abriu espaço para que nomes como a autora Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo se estabelecessem como escritoras no Brasil, apesar do preconceito por serem mulheres, pobres e negras. Na ala masculina, estão nomes como Lima Barreto, Antônio Gonçalves Teixeira e Souza, Cruz e Sousa e os mestiços Machado de Assis e Mário de Andrade. Maria Firmina foi pioneira em diversas nuances da sociedade e, sem ela, tanto a retratação do cotidiano dos negros na literatura quanto a posição do negro como escritor(a), seriam completamente diferentes – e talvez tivesse ocorrido um atraso bem maior do que o já existente na literatura afrodescendente em nosso país.


Úrsula, de Maria Firmina dos Reis


úrsula


Pesquisa de Emerson Natividade

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Consciência Negra vislumbrando consciência humana.



Bom dia! – 20/11/2019






Consciência Negra vislumbrando consciência humana



   

Quando começamos a falar ou sentir, são os primeiros passos para ampliar a percepção do nosso habitat, da nossa visão de mundo. Se somos filhos do mesmo pai não devemos seguir questões que simbolizam sim uma tradição e não um conhecimento pleno. Se somos filhos do mesmo pai, não podemos nos tratar como seres diferentes, por que minha etnia é diferente da etnia de meu irmão. Logo se somos irmãos deveríamos nos tratar com cordialidade, educação e respeito, sabendo que todos vivemos em um orbe infinito onde sempre tem algo a descobrir, estudar, enfim, para adquirir conhecimento, e quanto mais conhecimento, mais coisas temos a apreender. 

Não importa se sou negro, não importa se sou índio, não importa se sou japonês, não importa se sou branco, o que importa é que fazemos parte das mesmas arvores genealogias, ou seja, somos da mesma origem, e o que diz isso não é minha cor étnica e sim o meu espirito. Espirito que é eterno. 

Se nos amassemos como irmãos vivendo em sociedade, não precisaríamos estar discutindo sobre racismo, discriminação, políticas públicas, cotas, e outros assuntos necessários a serem discutidos, para melhorar o nosso olhar, o nosso conhecimento e a nossa educação. 

Se soubéssemos diferenciar profundamente a importância da imaterialidade, ou seja, a espiritualidade que é a essência daquilo que viemos fazer aqui enquanto encarnados, tentando construir uma história mais bonita, que a de vidas anteriores. E a religião, que significa o religare com o divino, foi perdida pela corrupção no decorrer da história e precisa ser resgatada com a verdade. O Cristo Jesus tinha religião? Muitas doutrinas religiosas falam em seu nome, será que é verídico? 

Será que não nos importamos mais com a condição social do nosso irmão, do que o conhecimento e a experiência que trás da vida? 

Precisamos abrir a mente, o coração, o corpo e discutir tudo aquilo que nos aniquila e nos transforma em seres perversos, rancorosos, mesquinhos e egoístas. 

Por que nossa sociedade é racista? Por que as instituições preferem pessoas brancas a pessoas negras? Por que quem mora em bairros elitizados merecem mais oportunidades que aqueles que estão distantes? Por que nos espetáculos espiritas, tudo é branco, como se somente a cor branca fosse boa? Por que nos espetáculos espiritas não tem atores negros e/ou indígenas? 

Precisamos nos fazer estas perguntas e muitas outras, para conseguirmos verdadeiramente dar um passo a diante. 

Se temos problemas com assuntos como o racismo a serem discutidos, devemos fazer algo por nós, e descobrir a origem, a causa, e trata – lá da melhor maneira possível. 

Se somos doentes de alma, devemos nos rever e resgatar a plenitude em essência do espirito. 

Somos homens, somos mulheres, somos negros, somos brancos, somos heterossexuais, somos transexuais, somos homossexuais, somos antes de tudo seres humanos. 

Vamos olhar para cada um de nós em vez de apontar o dedo para o nosso irmão. “A vida é dele e a experiência que ele carrega também é dele.” “Mas qual a minha vivencia e experiencia? Será que já meditamos sobre isso? 

Não existe salvador da pátria. Existe um sistema politico corrupto. Se não surgir a força de um grupo para fazer o enfrentamento continuaremos pisando em ovos, e discriminando eles. 

Devemos falar, discutir, e pensar... 

Diga não ao racismo; 

Diga não ao preconceito; 

Diga não ao apartheid social; 

Diga não ao feminicídio; 

Diga não a ignorância 

Diga sim ao Amor e ao Conhecimento, que possamos celebrar o verdadeiro sentido da vida. 





Ass.: Emerson Natividade

INSTITUTO CULTURAL OYA BRASIL



 


Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) – 
CNPJ: 35.645.328/0001/40

APRESENTAÇÃO



   O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) é uma instituição sem fins lucrativos, composta por professores, advogados e empresários, nascida em 2019 de discussões em prol de uma sociedade melhor e mais humana, em busca de um sonho comum, com objetivo de oferecer oportunidade de acesso à educação e a cultura, para crianças, jovens e cidadãos em situação de vulnerabilidade social, na intenção de desenvolver um espírito de cidadania e cooperação social.


   A partir das experiências da diretoria e de amigos que foram voluntários em escolas públicas e hospitais, percebeu-se o quanto se poderia fazer unindo esforços em prol da capacitação da juventude, levada a frente pela própria comunidade que colocou seus talentos a serviço do bem comum.


   A proposta educacional do Instituto Cultural Oya Brasil do Estado de São Paulo (ICOB) fundamenta-se na proteção integral à criança e ao adolescente (lei nº 8.069) que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, focando no direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer.



   A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) ampara a importância do trabalho socioeducativo ao prescrever, como diretriz e meta, a Educação Integral.







PROJETOS


O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) tem como uma das premissas desenvolverem projetos, com o objetivo de, estimular, motivar, incentivar e orientar os cidadãos, estimulando uma parcela crítica, cada vez mais consciente em vários aspectos, setores e atividades, possibilitando dessa forma o melhor acesso à saúde, educação, cultura e assistência social, incluindo a efetivação de políticas públicas que permitam o ajuste perfeito e harmônico da cidadania, direitos humanos, educação, profissionalização e da proteção ao trabalho.


Observando as comunidades e entendendo que a sociedade necessita e almeja por mais justiça e coesão, temos a nítida opinião e convicção da necessidade emergencial de uma maior e direta participação civil no crescimento e desenvolvimento de nossa sociedade.


O dimensionamento dos projetos e os eventos desenvolvidos pelo Instituto serão aplicados em parcerias, e ações complementares, que permitam viabilizar processos de tomada de decisão local e propiciar a operacionalização de programas que visem à melhoria de qualidade de vida nas cidade






INTRODUÇÃO



Os projetos desenvolvidos pelo Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) visam à promoção da educação, cidadania, capacitação de recursos humanos, meio ambientes, parcerias com o poder público e empresas privadas objetiva encontrar soluções para problemas, difundir conhecimento, apoiar e desenvolver ações, tecnologias, projetos, processos e métodos visando: elevar a qualidade de vida do ser humano; promover a educação; qualificação e formação profissional; cultural, esporte e lazer; preservar e defender o meio ambiente; desenvolver e apoiar programas e projetos sociais; promover a melhoria dos sistemas administrativos públicos e privados; e, incrementar o desempenho dos setores produtivos da sociedade, e ainda, assistência educacional de formação geral, da cultura, do meio ambiente e da pesquisa científica, prestando serviço permanente e sem qualquer discriminação de clientela, sendo incumbido estatutariamente da pesquisa, do ensino e do desenvolvimento institucional, e regendo-se pelo Estatuto e pelas demais disposições legais que lhes forem aplicadas.


Neste contexto, a intenção do instituto é implantar programas de educação continuada, envolvendo a família e as comunidades nos assuntos concernentes à capacitação e treinamento de mão-de-obra, além de promover o desenvolvimento da responsabilidade social nas classes profissionais, estimulando-as a participarem de projetos sociais.



O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB), conforme previsto em seu estatuto poderá aceitar auxílios, contribuições ou doações, bem como firmar convênios


(nacionais ou internacionais) com organismos e entidades públicas e privadas, desde que estes não impliquem sua subordinação a compromissos ou interesses que conflitem com seus objetivos e finalidades ou ainda possam pôr em risco sua independência.


O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) aplicará integralmente suas rendas, recursos e eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos institucionais em território nacional.



Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) 

CNPJ: 35.645.328/0001/40

 Central de atendimento: (11) 11 9989-79749

Rua 3 Dezembro 61 10º andar  Centro de São Paulo















OBJETIVO




O principal objetivo do Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) é orientar, apoiar e desenvolver ações para defesa e elevação da qualidade de vida da população, sobretudo de baixa renda, através de atividades educacionais e profissionais.


Além de apoiar e desenvolver processos que gerem benefícios para a sociedade, tomando como base a qualificação profissional, através da articulação de meios para a promoção do desenvolvimento institucional e aperfeiçoamento dos recursos humanos ligados a várias áreas, tais como: cultura, turismo, artesanato, educação, administração, meio ambiente, entre outros





NOSSA ATUAÇÃO


Desenvolvimento de:


⦁ Programas e projetos para geração de renda e emprego.


⦁ Atividades de proteção ambiental, qualificação e atualização profissional; seminários, eventos, exposição e congressos para consecução de seus objetivos.


⦁ Implementação de estudos, pesquisas e projetos na área social, saúde, meio ambiente, cultura, esportes e educação.


⦁ Integração das atividades escolares dos cursos técnicos e superiores com o mercado de trabalho;


⦁ Promoção do voluntariado e atividades gratuitas de assistência social;


⦁ Promoção de estudos e programas de inclusão profissional e social às pessoas portadoras de deficiências físicas ou mentais;





EDUCAÇÃO



O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) tem a Educação como um dos setores mais importantes para o desenvolvimento de uma nação.


É através da elevação de conhecimentos que um país cresce, aumentando sua renda e a qualidade de vida das pessoas.


Agregar conhecimento e promover a qualidade de ensino e a formação de uma sociedade crítica com propósitos de cidadania 


responsabilidade social é as principais ferramentas do Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB), desenvolvendo em um primeiro momento alguns projetos como; Cursinho Popular (ENEM), Educação Continuada, Cursos de Educação Ambiental, Capacitação Profissional.






MEIO AMBIENTE


O Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) promove a implantação de Programas de Preservação ao Meio Ambiente, através do desenvolvimento de cursos, palestras, oficinas, entre outros, apoiando a conscientização da Comunidade, envolvendo-a nos temas específicos da preservação dos elementos da natureza, promovendo a simbiose entre a comunidade e as reservas naturais locais.


Os projetos criados e oferecidos na área de Meio Ambiente, unindo forças com as comunidades locais, fixando a idéia da necessária continuidade nos projetos trabalhados, fortalecendo os elos entre a comunidade e o Instituto.





MISSÃO


A missão do Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) é desenvolver projetos voltados à população socialmente desfavorecida, em colaboração com movimentos populares organizados como: associações de moradores, sindicatos, e outras organizações do terceiro Setor, visando agir, de modo concreto, nas necessidades específicas das comunidades.

Além de trabalhar combatendo o Feminicidio, o Racismo, qualquer tipo de discriminação, intolerancia religiosa e restagar as matrizes africanas.





INCLUSÃO SOCIAL


É o ponto de partida para a melhoria das condições de vida dos excluídos, prevendo a redução das desigualdades sociais, é o processo mais aperfeiçoado da convivência de alguém, tido como diferente, com os demais membros da sociedade, tidos como supostamente iguais.


Deste modo, um mundo inclusivo é aquele em que todos têm oportunidades de ser e estar inseridos na sociedade de forma participativa.


Att: Rogério Souza
Presidente 



Instituto Cultural Oya Brasil (ICOB) 

CNPJ: 35.645.328/0001/40


Central de atendimento: 


(11) 9989-79749




Rua 3 Dezembro 61  10ºandar Centro de São Paulo